segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Aviso!
Estou sem computador. Ele quebrou e estou esperando concertar. Talvez ainda essa semana eu consiga postar algum capítulo. Beijos!
sábado, 22 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 73 ( Sim ou claro? )
- Eu sei que é clichê! – Ele riu nervoso. – Também sei que oficialmente você ainda está ligada a outro homem, - Ele me olhava nos olhos - mas você me ama e eu te amo. Não há nada que possa mudar isso. - Ele deu de ombros. -Quero me casar com você assim que toda essa história com Alex estiver resolvida. – Fiquei muda. Não sabia o que dizer. – Então, você aceita? – Finalmente deixei que lágrimas rolassem pelo meu rosto.
- Mas é claro, Luan!! – Eu disse me jogando em seus braços. Ficar com Luan era tudo o que eu queria. Eu era dele. Meu coração pertencia a ele.
– Eu te amo tanto! – Ele acariciou meus cabelos. - Fiquei com tanto medo de você dizer não.
- Eu te amo. Me casar com você, é tudo o que eu quero. – Eu estava sendo sincera.
- Você é tão linda! – Ele disse ao me beijar. Eu realmente precisava resolver minha vida. Estar noiva de dois homens não era nada bom. Era vergonhoso. Eu estava traindo meu noivo com o homem que me sequestrou. Meu relacionamento com Alex não estava bem, mas nada justifica uma traição. Se eu estivesse em seu lugar, não iria gostar nenhum pouco disso. Assim que voltarmos, colocarei um ponto final na minha história com Alex e aí nada me irá me impedir de ser feliz com Luan . Meu amor colocou o anel em meu dedo, no mesmo lugar onde estava o anel de Alex. Olhei para minha mão, o anel era realmente lindo. Senti minha mão pesar com o anel, mas não por ele ser pesado e sim por me sentir culpada. Mas não posso ficar pensando nisso, não agora. Minha decisão estava tomada, então me fiz o favor de empurrar a culpa para bem longe e me obriguei a me concentrar no fim de semana que estava tendo. Queria aproveitar tudo, no máximo.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 72 ( Bolinho Casamenteiro )
Fui acordada com o aroma do café entrando pelo quarto. Luan estava em pé, deslumbrante como sempre, trajando jeans claro e uma blusa verde, com uma bandeja abarrotada de coisas: pães de diversos tipos, biscoitos, frutas variadas, suco, achocolatado e o café.
- Bom dia! – Ele disse com um sorrisão que fez com que eu me derretesse toda. Com certeza amava esse homem! – Café na cama para minha princesa.
- Bom dia! – Eu disse ainda sonolenta, esfregando os olhos.
- Dormiu bem? – Ele quis saber. -
Com você ao meu lado, Luan durmo como uma criança! – Passei a mão por seu lindo rosto. Seus olhos infinitamente belos, estavam misteriosos e seu rosto era como um sol, tão radiante e ao mesmo tempo travesso. Tinha algo no ar.
- Que bom! – Seu sorriso me encantava. – Vamos tomar café? Tudo aqui foi feito pela minha mãe, sua futura sogra. – Essas palavras me pegaram de surpresa. Olhei para ele, segurei seu rosto e o beijei. Ele me beijou com tanta ternura, que me senti amada, apenas com aquele beijo.
- Eu te amo!
- Eu também te amo, (Nome+Sobrenome) – Ele ainda segurava meu rosto e me olhava com aqueles olhos que arrebatavam meu coração. Ele me soltou, e me deu um um bolinho , que por sinal parecia divino. Dei a primeira mordida e realmente era maravilhoso: - Sua mãe é uma excelente cozinheira. – Ele apenas sorriu. – Você não vai comer? – Ele balançou a cabeça em afirmação, pegou uma uva e colou na boca. Quando dei a segunda mordida no bolinho, senti algo duro entre meus dentes. No mesmo instante tirei o bolinho da boca e me deparei com um lindo anel. Um solitário com um cristal discreto. Era perfeito. No mesmo instante meus olhos se encheram de lágrimas. Olhei para Luan depois olhei para o anel, ainda sem entender o que estava acontecendo.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino.71 ( Tão meu)
Enquanto jantávamos, eles faziam perguntas de como nos conhecemos. E Luan contou.
- Eu vi a reportagem. – Falou Amarildo. – Você é a filha do magnata, o empreiteiro. O que começou pobre e se tornou podre de rico!
- Pai! – Repreendeu Luan. Achei graça.
- É sim. Meu pai começou como pedreiro. E hoje ele tem bastante dinheiro, mas ele não é magnata! – Todos riram.
- Então filho, pegou o safado?
- Ainda não Pai. Mas vou pegar, não tenha dúvidas disso. –Luan segurou minha mão.
- Eu sei, filho. – Disse o pai. – Esse aí, (Seu nome) quando enfia uma coisa na cabeça, ninguém tira. Terminamos nosso jantar,Marizete nos levou para nossos quartos. Luan foi para o dele e eu fui para o de hóspedes, que ficava em frente ao quarto dele. O quarto era claro, com cortinas brancas. A parede onde ficava a cama era, como toda a casa, trabalhada em pedras. Um sofá bastante aconchegante estava ao lado da cama. Da janela do quarto dava para ver o lago, que daqui era mais lindo ainda. Liguei para meus pais, informei que estava bem. Depois liguei para Alex e como sempre, ele parecia não estar nada bem. Depois de trocarmos algumas meias palavras, desligamos. Arrumei minhas coisas no armário, tomei um banho e me deitei. - Toc, toc! – Luan abriu a porta e colocou a cabeça pra dentro.
– Posso entrar? Apenas sorri, ele entrou, deitou na cama, me aninhei ao seu lado começou a acariciou rosto .
-Eu te amo tanto.-Me deu um beijo simples mais cheio de amor.-Meus pais amaram você .
-Serio , fiquei tão nervosa , como se meu coração fosse sair pela boca-Rimos e ele passou o braço por baixo de mim .E começarmos a nos beijar , com profundidade tornando nossos copos em um .Seu beijo era feroz mais delicado .Quanto mais eu puxava ele mais quente ficava ali .Nossas bocas estavam grudadas. Luan parou o beijo .E que beijos. Ficamos sem ar .Ele ficou em cima de mim .Que visão. Mesmo no escuro via aquele sorriso inigualável .Me puxou juntando nossos corpos e começamos mais uma vez. Ele beijava meu pescoço , meu ombro .Já estava arrepiada .Mas me afastei assim que ele tentou subir minha blusa .Ele me olhou não entendendo.
-Luan... Eu ainda sou .-Não sei , estava diante do homem da minha vida e travei abaixei a cabeça com vergonha .Sim eu ainda era virgem .Estou guardando pro homem certo .Que poço chamar de meu pro resto da vida.
-Ei ? Fica assim não .-Ele pegou no meu queixo e fez eu olhar aqueles lindos olhos .-Eu entendo , não precisa ficar assim .Eu te amo.-Luan me puxou e me abraçou .Deitamos .Fiquei com a cabeça em cima do seu peito .Ouvindo seu coração que batia como uma melodia para meus ouvidos.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 69
A viagem foi longa. Luan fez questão de dirigir por todo o caminho. A Fazenda ficava bem no interior, em uma cidadezinha graciosa e pessoas simpáticas. Todas pareciam conhecer Luan, ele buzinava e elas acenavam. Pelo visto, meu amor era muito querido. Quando chegamos já era noite e estávamos exaustos. Minha vontade era cair na cama e dormir, mas eu tinha um jantar e pessoas importantes a conhecer. E por falar em conhecer, não tinha percebido, mas estava nervosa e constrangida por chegar à casa de alguém que não conhecia. E se não gostarem de mim?
-Luan, - ele olhou pra mim. Que olhos maravilhosos! – Estou com vergonha e bastante nervosa. – Senti meu rosto em chamas.
- Vai ficar tudo bem. – Ele segurava minha mão. – Tenho certeza que eles irão te amar. Respirei fundo. Abri a porta do carro e saí. À primeira vista, a fazenda era linda. Mas quando comecei a olhá-la melhor, a achei encantadora. A casa da família de Luan é bem grande, decorada com pedras. No centro de todo o terreno havia um lago e uma cerca de madeira branca percorria todo o espaço da fazenda. O lago era rodeado por um jardim belíssimo, onde havia vários tipos de flores e uma cascata de pedras, onde suas águas iam de encontro ao lago. A fazenda era simplesmente belíssima. De longe a vista uma moça , baixa , magra e com um corpo lindo , parecia uma boneca .Deve ser irmã dele, Bruna. Veio na direção do Luan e deu um abraço.
- Luan! Que saudades! – Disse ela todo sorridente.
- E aí Piroca? Como você está? – Luan segurou ela pelos ombros e a encarou
- Estou bem. – ela olhou pra mim. – Essa é a (seu nome) ?
- Sim. - Eu me aproximei, . – (Seu nome) , essa é a Bruna.
- Oi... – Foi tudo o que eu consegui dizer, porque Bruna se atirou em meus braços.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 68 ( A última vez )
Consegui colocar meu serviço em ordem. Saí para almoçar, durante a semana, com Carla duas vezes e finalmente a apresentei ao Luan, que obvio, ficou encantada por ele. Qual é a mulher que não fica babando por esse homem? Até minha mãe de vez em quando se rende aos seus encantos. A única coisa que faltava, eram os livros que estavam com Alex e eu não conseguia pegar. Quando eu não esquecia, quem esquecia era ele. Um desencontro total. Ele passou a semana bastante ocupado. Quase não teve tempo para mim, o que foi bom, pois assim não tive problemas com Luan. E nem com Ele. Ah Deus, quando vou conseguir resolver esse problema? Dois homens maravilhosos. Ai ai... Quando contei a ele que iria viajar, ficou claro que ele não tinha gostado nenhum pouco. Ele ficou uma fera, mas parece que resolveu me dar espaço para decidir o que quer que fosse. Usamos como desculpa, a ordem de meu pai, para que Luan fosse comigo. Alex fingiu engolir a história. A sexta chegou e eu nem percebi. Quando me dei conta, já estava na hora de ir para casa pegar as malas e cair na estrada. Mas antes de sair, pedi a secretária dele, para que deixasse os livros em minha mesa pela segunda de manhã, sem falta. Estava cansada de esquecer e de pedir para ele trazer. Aproveitei e passei em sua sala para me despedir.
- Oi Alex.
- Oi. – Ele estava sério.
- Você vai me acompanhar até em casa? – Perguntei torcendo para que ele dissesse não. Ele apenas balançou a cabeça. – Segunda estou de volta.
- Eu sei. – Ele estava mal, seus olhos estavam profundamente tristes. Um nó se instalou em minha garganta. Ele era meu noivo, de certa forma ainda o amava, mas o Luan me fazia esquecer tudo e todos. O que sentia por Luan era mais forte do que minha vontade de terminar esse romance proibido, de prosseguir com minha vida e me casar. Caminhei até a ele, dei abraço e um beijo. Tinha certeza de que, embora ainda o amasse, aquele seria o nosso último beijo. Não queria fazê-lo sofrer, mas meu coração já pertencia ao outro, pois tinha sido roubado no instante em que eu coloquei meus olhos nele, naquele maldito sequestro. Ele me apertou contra seu corpo, como se soubesse que seria o último. O beijo foi bom (porque ele beijava muito bem) e longo, como o que ele costumava me dar quando ainda estávamos bem, que me tirava o fôlego e me fazia ir até o céu e ver estrelas. Mas não era o beijo que queria.
- Se cuida, (Seu apelido). – Quando por fim, me soltou.
- Você também. – Meu coração ainda estava apertado. Saí e fui ao encontro do meu guarda costas que estava me aguardando no estacionamento, mas o nó ainda estava instalado lá, preso em minha garganta. O que será do Alex quando eu voltar dessa viagem?
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 67 ( Amigo Daniel )
Os dias foram se passando, e nada de novo aconteceu, (Alex e Luan sempre ficavam emburrados quando estavam perto um do outro e perto de mim, meu pai sempre tentando apaziguar a situação, mas sem deixar muito clara sua preferência por Luan, no entanto, para mim isso era tão claro como água cristalina. O que meu deixava intrigada, pois papai adorava Alex), exceto por uma ligação que melhorou minha semana. Daniel, meu velho amigo de infância. Carla tinha me dito que ele estava em Lisboa, treinando sua equipe para o novo restaurante que iria abrir. Ele começou como Maître de alguns restaurante, estudou culinária, chegou a Chef e hoje tem seu próprio negócio, porém, não consegue largar a cozinha.
- (Nome e sobrenome) ! – Ouvi sua voz.
- Daniel? – Reconheci imediatamente. – Mosqueteiro, que saudades!
- Também, minha amiga. Me desculpe por só conseguir ligar agora para você. – Sua voz estava triste. – Estou em outro país, sei que não é desculpa, mas fiquei bastante enrolado.
- Eu sei, tudo bem. – Ele poderia ter me ligado antes, mas estou com tanta saudades do meu amigo que não vou brigar com ele por causa disso, e quando ele foi para Lisboa, ele já sabia que eu estava em casa e em segurança.
- E como você está minha amiga? - Contei a Daniel sobre o trauma do sequestro, sobre o resgate, sobre Luan sim sobre Luan ! Não podia esconder isso dele. E o mais engraçado, foi que Daniel me deu forças para jogar tudo para o alto e ficar com Luan. O que está acontecendo com esse povo? Sempre achei que todos gostavam de Alex, até o dia que contei a Carla e Pedro o que tinha acontecido, e meu querido amigo me confessar, dizendo que nunca tinha ido com a cara do meu noivo.
Será que eles só suportavam Alex por minha causa?
- E você, como está? Já arrumou uma namorada? Quando será a inauguração do restaurante? – Bombardeei o pobre coitado de perguntas.
- Nossa, quantas perguntas! – Nós dois rimos. Eu amava meu amigo e não sabia, até aquele momento, a falta que estava sentindo dele. – Bem, eu estou bem, só que com muitas saudades de todos vocês. Não, não estou namorando. Você sabe que não sou disso. – E era verdade, meu amigo era um galinha.
- Você ainda vai se apaixonar. Ainda vou ver isso, tenho certeza! – Passou por minha mente apresenta-lo a alguém e acho que seriam perfeitos juntos...
- Ah (seu apelido) , sei não. Você e a Carla são as mulheres da minha vida. Tenho vocês, não preciso de mais nada. – Ah, meu amigo é um fofo!
- Que lindo Dani! – Ele fez um ruído como se indicasse que fez uma careta.
- Arg! Chega de melação! – Ri alto. – E a inauguração do restaurante ainda vai demorar e faço questão de ter meus amigos aqui comigo. E você com Luan.
- Hum... acha mesmo que vou escolher o Luan?
- Tenho certeza!
- Por que acha isso?
- Pelo o que você me falou, é uma ótima pessoa e te ama.
- É, acho que sim.
- Amiga, preciso desligar.
– Ahhhh!
- Semana que vem estarei de volta. Vamos marcar algo? Quero conhecer o ta Luan, para saber se está aprovado ou não.
- Seu bobo! – Rimos. – Vamos sim. Me liga quando voltar. Eu te amo!
- Eu também. Beijos. – E então, ele desligou. Era bom ter meus amigos por perto.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 66 ( Meu anjo protetor )
- E por que não me respondeu? – Lágrimas ainda rolavam por minha face.
- Porque estava chateado, com ciúmes. Vi o beijo de vocês...
- Me desculpa, eu estava furiosa, pensei que você estava com ela.
- Não precisa pedir desculpas, ele é seu noivo. Eu entendo. Só que te amo. É insuportável ver você com outra pessoa e eu só falei aquilo para te provocar. – Ele sussurrava. Sua voz estava carregada de uma tristeza tão profunda que cortou meu coração. Ele me viu beijando Alex. E o pior é que eu o beijei porque estava com raiva do Luan. E ele estava próximo a mim o tempo todo. Que burra!
- Prometo que quando a gente voltar do final de semana, eu resolvo essa situação. – Disse fungando e enxugando minhas lágrimas. -
Hã? – Ele perguntou confuso. - Final de semana?
- É! Eu falei com meus pais, está tudo certo. – falei cheia de entusiasmo. Ele ainda estava confuso e em silêncio. - A não ser que você não queira. – Falei, um pouco envergonhada. Já pensou se ele mudou de ideia?
- Está falando sério? – Ele perguntou surpreso. – Passar um tempo com você, é tudo o que eu mais quero. Longe de tudo, de toda essa confusão. Sorri e o beijei: – Estava com saudades do seu beijo.
Ele não disse nada, apenas ficou ali me beijando. E Eu fiquei no meu lugar preferido: os braços dele.
Sequestrados pelo destino. 65 ( Ele voltou )
Na madrugada, um galho bateu na minha janela, me assustando. Meu coração martelava em meu peito. Estava confusa. O susto, a falta do Luan. Desde que voltara, essa seria minha primeira noite sem o Luan. Ele sempre dava um jeito de ficar comigo. Ainda entorpecida pelo sono, meu coração quase parou quando, minhas vistas embaçadas, vislumbraram a silhueta de um homem sentado no sofá que ficava ao pé da minha cama, mas suspirei de alívio quando percebi quem era.
- Desculpa, não quis te acordar. – Ele disse. O alívio que senti, não era somente porque não era um bandido ou um sequestrador e sim porque ele estava ali comigo. Imediatamente me levantei e me aninhei em seu colo. Ele a princípio relutou como se não me quisesse em seu colo, mas por fim, me abraçou. Provavelmente, ainda estava aborrecido comigo. Eu também estava, mas naquele momento o perdoei por qualquer coisa que tivesse feito.
- Pensei que você não fosse vir. – Eu disse. Voltei a chorar. – Pensei que tinha me esquecido, que estava com a Lorena – Solucei. Ele me olhava com ternura, como se isso jamais tivesse passado em sua mente, como se jamais quisesse estar com uma mulher que não fosse eu.
- Esquecer você? Não tem como, (Seu apelido). – Ele parecia se compadecer com a minha dor.
- Luan , eu te amo.
- Eu também te amo, ( seu apelido). – Senti algo molhado e quente no topo da minha cabeça. Ele estava chorando!
- Onde você estava? Você foi levar mesmo a Lorena em casa?
- Claro que não. – Ele disse baixinho. – Eu vim logo atrás de vocês. É meu dever te proteger, esqueceu?
- Fiquei imaginando um monte de coisas...
- Fiquei imaginando um monte de coisas...
- Xiu... – Ele me interrompeu. – Estou aqui com você. Estive o tempo todo. Eu vi quando vocês chegaram, quando você entrou...
Sequestrados pelo destino. 64 ( Ai, eu to doida )
Se eu realmente me casar um dia, gostaria de ter um casamento como o deles.
- Falei com ele primeiro, porque precisava da permissão dele. É ele quem manda, esqueceu? – Dei uma piscadela para ela.
- Boa noite. – Fui mais uma vez interrompida. O policial Logan, chegou todo esbaforido. – Hoje eu renderei o tenente Luan. -Droga, ele não vem hoje.,Precisava conversar com ele.
- Boa noite, Logan. Pode,ficar à vontade. – Disse meu pai.
- Obrigada, senhor. – Disse o policial e se retirou.
- Mas voltando ao assunto, - minha mãe falou – qual é a novidade? -
Esse final de semana vai ter um Congresso para contadores e eu quero ir. Papai já deixou, só falta você. - Pedi fazendo charminho.
- Mas como você vai, se o tenente disse para você ficar sob vigilância? -
Vou manda-lo com ela. – Disse meu pai. Minha mãe não gostou muito.
- Isso não vai ser bom. Você não vê como está essa relação dos dois? - Se bem que depois de hoje, nem sei se o fim de semana ainda está de pé.
- Não quero falar disso agora, (apelido da sua mãe). E se ela optar por ficar com o tenente, irei apoiá-la. – Não me contive, deixei escapar algumas lágrimas. Meu pai era demais! Minha mãe não falou mais nada e o clima ficou meio tenso na sala de jantar. Terminei, pedi licença e fui para meu quarto. - Pelo menos durante o jantar, consegui não pensar em Luan com a Lorena . - Precisava tomar um banho. Queria falar com Luan, mas pelo visto não iria conseguir. Peguei meu telefone e não tinha nenhuma chamada, nenhuma mensagem. Será que ele estava trabalhando mesmo ou estava com a oferecida da Lorena ? Ligo ou não ligo? Droga! Liguei. Chamou, chamou, chamou. Caixa postal. “No momento não posso atender, após o sinal deixe seu recado. Biiiiip.” Onde esse cretino está? A agonia estava tomando conta de mim. Resolvi mandar uma mensagem:
“Luan, preciso falar com você. Hoje.” MENSAGEM ENVIADA
Para amenizar a agonia fui para o banheiro, enchi a banheira, entrei nela e fiquei por lá ate minha pele começar a enrugar. Queria ver se ele tinha me respondido, mas me forcei a ficar ali.Saí da banheira, coloquei uma roupa, tudo bem de vagar, me obrigando a olhar o celular por último. Para minha frustração, não tinha nada. Ele não retornou minha ligação e nem respondeu minha mensagem. A dor que sentia era sufocante, pensei no que ele poderia estar fazendo, se estava com ela, se ele tinha me esquecido, assim, em um passe de mágicas. A dor era intensa demais. A única coisa que aliviava era o choro. Muitas vezes fui obrigada a reprimir meu choro, pois não queria que ninguém me ouvisse. Chorei até que em fim a dor passou, pois peguei no sono. O sono, nesse momento, era meu refúgio.
domingo, 9 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino.62 ( Ele não veio )
Alex falou durante toda a viagem para casa, mas não consegui prestar a atenção em absolutamente nada. Só pensava em Luan deixando Lorena em casa e ela o convidando para tomar um café, ele entrando, se tocando e se beijando. O carro parou e nem percebi que já estávamos em casa. Alex passou os braços pelos meus ombros, me puxando para ele:
- Eu te amo. – Sussurrou ele ao meu ouvido. Ao seu toque, eu estremeci. Ele me beijou e com a raiva que estava de Luan , retribui com vontade, louca para esquecer o gosto do beijo dele e relembrar dos beijos que me tiravam o fôlego. Alex parou bem antes do esperado, me deu boa noite, o que eu achei bastante suspeito, eu desci e ele foi embora. Esses homens querem me enlouquecer! Ouvi um barulho que me fez saltar, olhei para trás, mas não vi nada. Entrei em casa e todos já estavam lá me esperando para jantar, inclusive meu pai, que trabalhou apenas até a hora do almoço. Ele tem feito isso ultimamente.
- Olá minha filha! – Mamãe me recebeu com um abraço. – Como foi seu dia?
- Foi ótimo, mãe. - Tirando o fato do meu guarda costas ficar se esfregando com uma das funcionárias do meu pai... - É muito bom estar de volta, mesmo depois de tudo o que aconteceu. – Papai me abraçou também:
- Fico feliz que você esteja dando a volta por cima. Essa é minha garota!
- Mãe, tenho novidades. – Disse me dirigindo a pia para lavar as mãos.
- O que? – Ouvi ela gritar.
- Já conversei com papai, hoje mais cedo...
- Como sempre seu pai sabendo das coisas primeiro do que eu – Ela disse me interrompendo.
- Larga de ser ciumenta, mulher! – Disse meu pai abraçando mamãe. Eu ri. Sempre achei lindo a forma como se tratam, cheio de carinho e amor.
sábado, 8 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 61 ( Vai, no cavalinho )
Continuei em silêncio e ele também não falou mais nada, até que nosso pedido chegou e eu resolvi falar algo, para tentar me distrair do que estava acontecendo.
- Alex, você não me mandou os livros. – Me concentrei tanto na organização de tudo que me esqueci completamente.
- Nossa, é mesmo, amor! Quando cheguei à minha sala, tinha um processo que eu precisava despachar. Acabei me envolvendo no trabalho e me esqueci, desculpa! – Disse ele tranquilamente.
- Tudo bem. Pego mais tarde. – Luan e a tal da Lorena continuavam a rir. E eu não conseguia me distrair. Peguei ele me olhando. Ele estava fazendo de propósito. Ele queria me enlouquecer e estava conseguindo.
- (Seu apelido), posso te levar para casa? – Alex perguntou.
- Precisa pedir? – Rimos juntos. Eu já estava com tanta raiva do Luan , que nem me importei com o pedido do meu noivo. Acabamos nosso almoço, Alex me acompanhou até minha sala. Lorena e Luan continuaram no restaurante como se fossem velhos amigos. Estar com Alex não era tão ruim. Ele era bom, me amava. O único problema era que eu não o amava. Ele me deixou na minha sala e foi para a sua. Tentei me concentrar no trabalho, mas estava muito difícil. Fiquei repassando as cenas de Luan com aquela mulher. E se ele se apaixonasse por ela? Perdida em meus pensamentos, não percebi a hora passar. Luan bateu na minha porta e eu resolvi ignorar o fato dele ter almoçado com uma mulher.
- Está na hora. – Ele estava bastante sério.
- Desculpa Luan, me distraí aqui e esqueci de te avisar que vou para casa com Alex. – Ele não falou nada. Parece que também resolveu ignorar.
– Tudo bem pra você? – Provoquei.
- Sim. Você vai no carro dele? – Apenas afirmei com a cabeça.
– Vou no seu então, cadê as chaves?
– Joguei para ele. – Ah! Vou aproveitar para dar uma carona para Lorena, se você não se importar. – Aí já é demais! E no meu carro ainda por cima? Bufei!
- Você tá falando sério?
- Sim.
- Você não pode.
- Por quê?
- Porque você é meu guarda costas, esqueceu? – Ele franziu o cenho. Acho que não era isso o que ele queria ouvir, mas eu estava farta. Não queria discutir.
- Você tem seu noivo, não precisa de mim. – Ele saiu.
- Okay! – Falei sozinha. Eu fiquei sem saber o que fazer. Uma lágrima escorreu por minha face.
Sequestrados pelo destino. 60 ( O que isso significa? )
Na Praça de Alimentação, havia um monte de restaurantes e nos dirigimos para o mesmo de sempre, onde íamos antes do sequestro. Fomos atendidos por um garçom e fizemos nossos pedidos.
- Você está bem? – Como sempre, atencioso. – Como foi sua volta?
- Estou ótima. Pensei que iria ser difícil. Quando entrei no carro para vir para cá – contei a ele – não foi fácil. Ainda bem que Luan teve muito paciência comigo. – Alex fez uma careta. - Se eu soubesse que você viria, teria ido te pegar.
- Quis fazer uma surpresa. Mas é muito bom está de volta. – Ele pegou minha mão. Estávamos bem, conversando e eu estava me sentindo confortável em estar com Alex, ali. Mas de repente, vi de longe um corpo se movendo. Na verdade se sacudindo. Luan estava em uma das mesas nos fundos do restaurante com uma mulher, funcionária do meu pai, Lorena gargalhando. Uma ira tomou conta de mim. O que seria tão engraçado? Será que ele me viu aqui? Será que ele não me respondeu por que estava ocupado? Cretino. Fiquei ali, encarando os dois, me esquecendo completamente da presença de meu noivo. Queria saber o motivo de tantas gargalhadas. Estava claro as investidas dela, toda cheia de charme e colocando as mãos nele. O que ele tem que essa mulherada cai aos seus pés? Que ódio. Quando decidi me levantar e ir até eles, Alex me tirou de meus devaneios:
- Parece que alguém está sendo pago para se divertir. – Achei que era um teste, então não respondi.
– Quem sabe assim ele não larga do seu pé. – Ele falou mais para si do que para mim.
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Desculpem minha ausência aqui. Estou fazendo o Enem, estudando muito essa semana, por isso só deu tempo de postar um por que já tinha salvado aqui. Minha net não está tão legal, vou vê se posto alguns aqui. Comentem!!!
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 59 ( Prevejo tempestades )
- Como foi a conversa com meu pai?
- Produtiva. – Ele se limitou a responder. -
O que ele queria com você? – Perguntei curiosa.
- Ele queria saber sobre meus sentimentos e intenções. – Ele ainda estava com raiva.
- E?
- Eu disse a ele que te amava e que parecia recíproco, mas depois do que acabei de ver, não sei não.
- Vou ter que falar mais uma vez?
- Ah! Que se dane! Faça o que você achar melhor. – Ele saiu batendo a porta da minha sala. Me forcei a ficar e trabalhar. Foi difícil resistir ao impulso de sair correndo atrás dele. Eu o entendia, estava sendo difícil para mim também e isso ele precisava entender. Minha mesa estava abarrotada. Também depois de todo esse tempo sem trabalhar... Passei a manhã colocando as coisas em ordem, nem percebia hora passar, até que Alex apareceu na minha porta:
- Almoça comigo? – Ele estava radiante.
- Claro! – Mais uma coisa para aborrecer Luan.
– Só vou ao banheiro rapidinho. Mandei uma mensagem para Luan: “Almoço com Alex. Por favor, entenda. (S.N.) ”. MENSAGEM ENVIADA.
Esperei um pouco para ver se ele iria responder, mas não respondeu. Saí do banheiro e fui para a praça de alimentação com meu noivo.
- Produtiva. – Ele se limitou a responder. -
O que ele queria com você? – Perguntei curiosa.
- Ele queria saber sobre meus sentimentos e intenções. – Ele ainda estava com raiva.
- E?
- Eu disse a ele que te amava e que parecia recíproco, mas depois do que acabei de ver, não sei não.
- Vou ter que falar mais uma vez?
- Ah! Que se dane! Faça o que você achar melhor. – Ele saiu batendo a porta da minha sala. Me forcei a ficar e trabalhar. Foi difícil resistir ao impulso de sair correndo atrás dele. Eu o entendia, estava sendo difícil para mim também e isso ele precisava entender. Minha mesa estava abarrotada. Também depois de todo esse tempo sem trabalhar... Passei a manhã colocando as coisas em ordem, nem percebia hora passar, até que Alex apareceu na minha porta:
- Almoça comigo? – Ele estava radiante.
- Claro! – Mais uma coisa para aborrecer Luan.
– Só vou ao banheiro rapidinho. Mandei uma mensagem para Luan: “Almoço com Alex. Por favor, entenda. (S.N.) ”. MENSAGEM ENVIADA.
Esperei um pouco para ver se ele iria responder, mas não respondeu. Saí do banheiro e fui para a praça de alimentação com meu noivo.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 58 ( Mais problemas )
- Com certeza. Nem mamãe saberá. - Ele tentou protestar, mas desistiu. - Vai ter um Congresso para contadores em uma cidade próxima aonde vamos. Posso usar isso.
- E se Alex quiser ir?
- Vou dizer que estarei ocupada com o curso e que não terá condições dele ir.
- Luan já sabe de seus planos?
- Ele sabe que eu conversaria com você sobre irmos para a casa dos pais dele, mas não que eu já tinha tudo arquitetado em minha mente.
- Ok. - Disse ele pensativo.
- Você tem minha benção. - Quase cai da cadeira de tanta felicidade. Levantei e corri para abraçar meu paizinho. - Mas quero conversar com ele primeiro.
- Tem mais uma coisa. - Ele me olhou, como quem diz: aí vem bomba! Volto a trabalhar hoje. - Ele ficou aliviado.
- Tudo bem. - Dei um beijo nele, Mandei um SMS para Luan que logo apareceu e eu saí. Queria deixa-lo à vontade com meu pai. Entrei na minha sala. Era tão fácil estar ali. Era como estar em casa. Amava meu trabalho, amava meu escritório. Amava o que fazia.
- Oi! - Alex entrou.
- Oi! - Respondi. Era mais fácil lidar com ele quando Luan não estava por perto.
- Tudo bem?
- Sim. (seu apelido) eu sei que você passou por momentos difíceis, - começou ele. - mas estou aqui, eu te amo. Muito. - Senti um nó se formar em minha garganta.
- Eu sei. - Foi a única coisa que consegui dizer antes de me aconchegar em seus braços. Eu o amava. Mas não como antes. Não como queria. Me senti culpada por estar prestes a passar o fim de semana com outro, enquanto meu noivo se declarava para mim
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino. 57 ( É segredo )
- Como você sabe? - Perguntei surpresa.
- Não pense que não vejo as escaladas que ele faz durante a noite. Ou a forma como ele chegou até você, todo protetor, no dia que seu cativeiro foi "encontrado", ou o jeito que ele olha para você ou como você - ele apontou para mim - olha para ele.
- Isso está tão óbvio assim?
- Não. Só os espertos conseguem ver! - Rimos juntos. - Agora me diz, o que está te impedindo? – Ele simplesmente me perguntou. Embora ele não fosse de julgar, esperava pelo menos um sermão.
- Alex. Não quero magoa-lo. Eu o amo. Não da mesma forma que antes, mas amo. Não quero faze-lo sofrer.
- Amorzinho, se você não fizer o Alex, fará o Luan.
- Pai, o que aconteceu entre vocês dois? Tenho notado você tão impaciente com Alex. Tão intransigente.
- Creio que na hora certa você saberá.
- É tão ruim assim? - Digamos que estou dando corda. Vamos ver se o indivíduo se enforca.
- Seja mais claro. – Quase implorei.
- Agora não.
- Pai!
- (Seu nome) ! - Quando ele falava assim não tinha jeito.
- Ok. Vamos voltar ao assunto. Tenho medo de terminar com Alex e Luan não ser tudo isso que acho e espero.
- Como assim?
- Eu e Alex temos uma história juntos. Vou trocar o certo pelo duvidoso. Quero ter certeza do que estou fazendo.
- Entendo. - Ele disse coçando o queixo. - Mas quem te disse que o Alex é o certo? – Não sabia o que responder. Houve um longo minuto de silêncio. - Você confia no Luan ? – Perguntei.
- Ele sempre se mostrou confiável, apesar de ter participado do seu sequestro. Que irônico! – Nós dois rimos. - E para cuidar de mim? - Ele foi preparado para isso. - Quero viajar, com ele. - meu pai não falou nada. Só me escutava. - Os país dele tem uma fazenda à três horas daqui. É um lugar tranquilo. Longe de tudo. Quero saber o que sinto. Você me deixa ir?
- Sério que você está pedindo minha permissão? – Ele parecia surpreso com o pedido.
- Você é meu pai. Quero seu apoio. E depois do que aconteceu...
- E qual vai ser a desculpa? Porque acredito que você vai querer manter isso em segredo.
Sequestrados pelo destino. 56 ( Pai, pra todas as horas )
Ultimamente ele tem andado estranho com Alex. Eles eram tão chegados. Eu sempre dizia que meu pai era mais apaixonado por Alex do que eu. E eu sempre perdia para meu pai. Com certeza está acontecendo algo. Luan se levantou.
- Vou dar uma volta. Quando terminar, (seu nome), me ligue. Venho te buscar imediatamente. - Ele apertou meu ombro. Uma despedida que pedia muito mais do que um aperto de ombro. Não queria que ele fosse. Por mim, ele poderia ficar, mas era preciso.
- No último andar, tem uma praça de alimentação. É bem legal lá. - Completei mentalmente: Só não vá ficar olhando as funcionárias do meu pai. Acho que ele entendeu, pois ele sorriu e piscou para mim.
- Com licença. Alex saiu logo atrás.
- O que está acontecendo com este homem? - Perguntei.
- Pensei que você soubesse.
- E você sabe? Me conta pai, por favor! - Falei em tom dramático. Nos dois rimos. - Não tem como esconder as coisas de você, né pai?
- Do que você está falando, (Seu apelido) ? - Ele disse se fazendo de desentendido.
- Pai, preciso de ajuda. - Falei. - Não estou suportando mais, mamãe só pensa nesse bendito casamento. E eu só penso nele também, mas penso o contrário dele. Não quero me casar. – Disse de uma vez. Meu pai sempre foi mais próximo a mim do que minha mãe. Era fácil conversar com ele. 'Meu pai não me julgava, ele me ouvia e me aconselhava.
- Eu já sabia. E não culpe, pelo amor de Deus, o sequestro. Pelo menos comigo não use isso como desculpa.
- Ah pai, estou tão confusa!
- Você ama esse rapaz? - Eu ia abrir minha boca, quando fechei de novo quando percebi que ele falava de Luan.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Sequestrados pelo destino.55 ( Pai, meu herói )
Todos estávamos rindo, mas paramos de rir imediatamente. Foi estranho, era como se estivéssemos fazendo algo errado.
- Nossa, mas que surpresa agradável! - Ele veio ao meu encontro e me abraçou. - Te liguei ontem. Queria saber da prova do vestido. - Ele me beijou.Luan se retraiu. O tempo fechou. De repente uma nuvem negra pairou sobre a sala do meu pai. - Ficou bom?
- Ficou sim. Ele é lindo. - Disse sem jeito. - Eu cheguei em casa com muita dor de cabeça. Fechei todas as cortinas de meu quarto e fui dormir. Só vi sua chamada hoje de manhã.
- (seu apelido) , - interrompeu meu pai. Ele é ótimo em perceber quando as coisas não estão bem. Ou melhor, quando eu não estou bem. - a que devo a honra de sua visita?
- Ela resolveu trabalhar, senhor! - Respondeu Luan querendo mostrar para meu noivo que sabia mais do que ele.
- Como assim? - Quis saber Alex.
- Mas que ótima notícia, minha filha! - Ele não tinha gostado muito, mas não queria me desapontar.
- Pai, gostaria de conversar com você. A sós. - Bastou uma única olhada do meu pai para Alex saber que tinha que se mandar. Ele deu um beijo.
- Vou deixá-los sozinhos. - Ele já ia saindo quando parou de repente. - E você, - ele disse apontando para Luan . - não vem?
- Ele já vai Alex. - Meu pai estava irritado.
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