Luan: Gente, to com fome. - Ele se levanta e te puxa com ele. - Vamos comer.
Marizete lança um olhar petrificado ao Luan. Ela se levanta e todos a seguem. Você observa a família e pensa no quisto queria seu pai de volta. Se sente tão ruim em estar ali, fazendo algo horrível com eles. Mesmo jantando, eles conversam. Então Bruna se vira e pergunta sobre sua família.
Você: Eu moro com minha mãe. - É a única coisa que diz.
Bruna: E seu pai? - Só de ouvir sobre o pai, você estremece.
Ele certamente não teria orgulho do que está fazendo. Decepcionado, é como ele estaria agora.
Você: Ele morreu há 4 anos. - Diz com a voz embargada. Todos param e olham pra você, mesmo assim Bruna continua.
Bruna: Como é sua mãe?
Você abaixa os olhos e responde.
Você: Ela é como todas as outras, normal. - Sua voz treme e instintivamente você ergue o corpo pra frente. Se eles percebem, não comentam.
Marizete: Bem, quero conhecê-la.
Você realmente não deveria, Marizete. Você pensa.
Você: Vou dizer a ela. - Dá um sorriso extremamente falso. O jantar segue e você responde a muitas perguntas. E todas as respostas foram verdadeira quando possível. Depois do jantar Bruna derrama, sem querer, chocolate no seu vestido.
Bruna: Ai meu Deus, me desculpa!
Você: Não precisa, está tudo bem.
Você realmente não se importa. Luan dá um olhar significativo para o pai.
Bruna: Eu vou te emprestar outro. Vem comigo.
Mesmo relutando, você vai com ela até seu quarto. O único vestido que cabe em você, deixa parte da costa a mostra. Você respira fundo e reza pra que ninguém perceba. Quando você retorna a sala, Luan e Marizete conversam sobre algo. Amarildo a olha ansioso e Bruna parece distraída.
Marizete: Vamos pra sala de jantar. Eles concordam e então você anda, mas rapidamente para ao não ouvir eles a seguindo. Ouve Marizete ofegar.
Amarildo: Eu sabia!
Continua...
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