Sente algo bater com violência contra a sua cabeça e vai perdendo a consciência lentamente. Quando recobra os sentidos, você sente seus braços e pernas amarradas. Jogada ao chão. Elena está com um galão na mão, e mesmo grogue você pode destinguir o cheiro de gasolina.
Elena: Olha, a princesinha acordou! - Ela pegou uma cadeira e se sentou na sua frente, sorrindo. - Sabe, eu fiquei pensando enquanto você dormia em seu soninho de beleza. Talvez, uma vez na vida eu possa ser justa. É agora, ela vai confessar o monstro que é.
Você: Minha mãe. - Sussurra.
Elena: Não, infelizmente não. Ela morreu mesmo. Me poupou. Nem sujei as mãos. Mas seu pai é uma história diferente. Aquele velho pensava que podia me largar na rua com ambas as mãos sem nada. - Ela ri. - Ele era muito ingênuo. O acidente foi algo legal de se planejar. Adorei, inclusive. Já estava cansada de me entregar pra ele, não me satisfazia em nada. Era só um velho babaca. Josué também. Ele era tão fraco. Acredita que só passei a faca no pescoço e ele não aguentou? - Continua rindo. - Decepcionante e extremamente frustrante. Foi-se o tempo em que o jogo era emocionante.
Você simplesmente não aguenta ouvir mais nada que venha dela, mas ainda sim perguntá.
Você: O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER?
Elena: Ah, já ia chegar nessa parte, querida.
Continua...
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