- O que vocês querem? - Perguntei.
- Quanto menos você souber (Seu nome) melhor.
- Eu quero ir embora, sair daqui.
- Você sairá, quando chegar a hora e isso vai depender do seu paizinho - disse debochando.
- Eu odeio você! – gritei.
- Não perca seu precioso tempo me odiando -seu tom de voz diminuiu e seu olhar se perdeu. Ele parecia triste - acho que na geladeira tem o que você precisa. vou deixá-la a sós. Com sua licença - disse ele já saindo e fechando a porta atrás de si.
Tenho que fazer algo. Mas o que? Deitei na cama, era confortável, mas estava longe de ser a minha. Fiquei ali, quieta até dormir mais uma vez. Os dias foram se passando, e nada de novo aconteceu. Na maioria das vezes, Luan trazia minhas refeições e falava pouco, já que eu quase nunca respondia. Os outros quando apareciam me olhavam de cima em baixo com um olhar que me dava medo. E eu sempre os encarava para não demonstrar medo. Mas por dentro, tremia feito vara verde. Que patética!
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