- Xiu! Me dá seu telefone, eu te ligo. – Ele me deu seu cartão. - Se você não me ligar, eu vou atrás de você. Espero até amanhã de manhã.
- Ok! - E ele se virou.
- Sr. (Sobrenome do seu pai) , sou Luan Santana . - disse ele ao meu pai – Eu que liguei para sua casa ontem e sou o tenente responsável pelo caso.
- Muito prazer, sou (Nome e sobrenome do seu pai ) – meu pai apertou sua mão – E esse é meu genro, Alex Mason. – Senti uma tensão no ar. O aperto de mão durou mais que o necessário e se encararam por um breve segundo, que pra mim pareceu uma eternidade.
- Você conseguiu descobrir quem fez isso a minha filha? - Quis saber meu pai.
- Creio que esse não é o lugar ideal para falarmos sobre isso. - Disse Luan . - Peça seu advogado para me ligar. (Seu nome) tem meu contato. – Alex me olhou desconfiado. - Eu trabalhei disfarçado nessa operação e disse que poderia me procurar caso precisasse de algo.
- Creio que ela não precisará - disse Alex, me abraçando, mostrando para o outro macho que ele era o dono do território.
- Creio que ela é quem sabe o que precisa. - Disse Luan no mesmo tom de voz de Alex e quase me engolindo por deixar ele me abraçar.
- O padrão é a policia entrar em contato para prestar depoimentos. – Falou o advogado.
- Não gostaria que ela passasse por isso. – Começou Luan. – Você não acha que ela já sofreu o suficiente para fazê-la entrar em uma Delegacia?
Meu pai, muito sábio e já sacando o que estava acontecendo, interveio: - Tenente, o senhor tem razão. Muito obrigada pelo seu empenho. Ainda bem que minha (Seu apelido) tinha um policial disfarçado para cuidar dela. – Disse papai me abraçando. - Entrarei em contato em breve.
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