segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Sequestrados pelo destino. 34 ( Pegando um bronze )

- Amiga, vamos dar uma volta? - Sugeriu Carla para me tirar da deprê.

 - Não posso, estou de quarentena. Brincadeira. Onde eu for Luan vai atrás. 

- Hum... Quero conhecer esse cara. Pela forma como você o descreveu ele parece ser mais gato que o Alex. 

- E é amiga! – Carla batia palmas de entusiasmo. – Você não o viu lá em baixo quando chegou?

 - Não. Só vi sua mãe. Quer vê-lo! - Pedro olhou para ela de rabo de olho. 

- Amor, eu te amo! - Disse ela fazendo coraçãozinho com as mãos para ele. 

- Já sei o que pode acabar com esse fogo de vocês: Piscina! – Pedro sugeriu. 

- Boa ideia, amor! Ah, - Ele colocou a cabeça entre as mãos – não trouxe biquíni. -

 Eu te empresto um. 

Nos trocamos e fomos para piscina. O calor estava intenso. Pedro deu um pulo que espirrou água para tudo o que é lado. Carla o seguiu e eu me sentei em uma das cadeiras. Procurei por Luan , mas não o vi em lugar nenhum. Ele deve ter ido embora. Minha mãe trouxe um lanche para nós. Descobri que perdi o almoço e que quando meus amigos chegaram já se passava das 14h. Estava faminta. Carla e Pedro saíram da piscina e vieram para a mesa onde minha mãe estava colocando nosso lanche.

 - Tia (apelido da sua mãe) e seus quitutes deliciosos! – Carla exibia um sorriso imenso. 

- Adoro ter vocês aqui. Minha filha fica tão bem quando vocês estão por perto. - Minha mãe ria. – Onde está o Daniel? 

- Ele não pode vir. Teve uma reunião de emergência. - Carla respondeu.

 - Ah sim. – Minha mãe assentiu.

 – Obrigada por virem. Vocês são sempre bem vindos.

 - Obrigada tia (apelido da sua mãe) ! Mamãe saiu nos deixando a sós. 

- Sua mãe é uma fofa! – Disse 

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