- Cala boca, você fala demais – Ele falou próximo à minha boca e voltou a me beijar. E eu? Rá! Me entreguei. Nos sentamos no lençol, abraçados e comemos. Por um instante me permiti esquecer onde estava e qual era a situação que me encontrava. Esqueci de meus pais, meu noivo e minha vida. - Tive vontade de matar o Thor, quando vi o que ele estava fazendo. Só não matei porque iria me encrencar, mas se ele fizer isso de novo, não vou pensar nas consequências.
- Eu só queria que você chegasse. Mas pensei que isso não iria acontecer. - Sussurrei - Que bom que você chegou.
Ele me abraçou com força. - Você já pensou no que vai fazer?
- Do que você está falando?
- Sobre mim. Sobre nós.
- Não! - respondi. Ele bufou.
- É por que sou um bandido? - Perguntou ele irado. - Você teria reparado em mim, se eu não tivesse te sequestrado?
- A data do meu casamento está marcada.
- (seu nome) , é melhor a gente voltar. Eu me levantei, e comecei a andar de um lado para o outro com a mão na cabeça, parecendo uma louca:
-O que você quer que eu faça? – Perguntei enquanto ele recolhia as coisas.
- Que você fique comigo! - Disse ele aos berros.
- Como? Eu nem te conheço. Você não pode estar apaixonado por mim. - Gritei.
- Por que não?
- Por que você não me deixa ir embora?
- Eu não posso. - sua voz era triste - as coisas não são tão simples.
- O que não é simples? - Perguntei.
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